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A Datalink demitiu todos os funcionários que realizavam um trabalho de processamento eletrônico de envelopes, atividade ligada ao Banco do Brasil. A demissão foi no mês de março, e esses trabalhadores  não tiveram sequer o direito a sacar o FGTS,  nem tão pouco dar entrada no seguro desemprego.

Para resolver essa situação, o SINDPD, sindicato da categoria, entrou com Ação administrativa junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT), para assegurar a liberação dos documentos necessários ao saque do FGTS e do seguro-desemprego. A Ação também pede que sejam garantidos outros direitos decorrentes do contrato de trabalho mantido com a DATALINK, tais como pagamento de diferenças devidas a título de verbas rescisórias (multa de 40% FGTS, gratificação de férias no percentual de 40%, etc), outros direitos oriundos da Convenção Coletiva de Trabalho, bem como multa do artigo 477 da CLT.

A audiência no MPT ainda não foi marcada, mas em função da urgência do caso, o sindicato está empenhado para que seja o mais rápido possível, visto que muitos desses trabalhadores estão passando por sérias privações financeiras após a demissão.

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