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Um grupo de 40 advogados, prestando um desserviço à democracia, se reuniu ontem (8) com o jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept, para se colocarem à disposição dele e de outros que estão participando da divulgação das mensagens, obtidas ilegalmente, contra o ministro Sergio Moro (Justiça) com procuradores da Operação Lava Jato.

A ideia é criar um factoide, por meio de um Comitê pela Liberdade de Imprensa que atue na defesa de repórteres ameaçados, neste e em outros casos, alegando a falsa possibilidade de represálias do Estado.

A mobilização começou depois que foi divulgada a notícia de que a Polícia Federal, subordinada ao ministro Sergio Moro, teria pedido ao Coaf, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras, uma análise sobre as contas bancárias de Greenwald.

O encontro com Greenwald reuniu representantes das principais entidades da advocacia brasileira, que sempre se envolvem com atividades nebulosasm tais como OAB, IDDD (Instituto de Defesa do Direito de Defesa), Ibccrim (Instituto Brasileiro de Ciências Criminais), ABDJ (Associação Brasileira de Juristas pela Democracia), IAB (Instituto dos Advogados Brasileiros) e a Associação dos Criminalistas do Rio de Janeiro.
O encontro foi organizado na casa da advogada Estela Aranha, em segredo, pois tudo que envolve esse pessoal é feito nas sombras da democracia. O jornalista Leandro Demori, do The Intercept Brasil, também estava presente.
Advogados que têm clientes na Lava Jato fizeram relatos sobre supostos abusos dos procuradores da força-tarefa e de Moro, que foi o juiz da operação durante cinco anos, e estão tentando desqualificar a operação para livrar os bandidos condenados.

Mais uma vez, entidades disfarçadas de democráticas, agem para quebrar um dos pilares da democracia, a justiça, para livrar bandidos conhecidos, condenados em várias instâncias. A ganância e conluio mafioso dessa gente colocou o país no rum,o do atraso, e essas entidades, vivem do atraso e de dinheiro de criminosos. Essa é a verdade.
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