A lambança de Manu
Depois da revelação, de que a ex-deputada Manuela DÁvila foi a responsável pela ponte entre o hacker que violou telefones de centenas de pessoas e o site The Intercept Brasil, a direção do PCdoB interrompeu a estratégia pensada para ela, que seria aproveitar a grande exposição obtida pela candidatura à Vice-Presidência para consolidá-la para as eleições de 2020. A lambança obrigou Manu a se recolher. Na última semana ela parou de dar entrevistas e de interagir nas redes sociais se escondendo na Escócia, onde faz curso de inglês, ao lado do marido e da filha. Seus advogados, José Eduardo Cardozo, ex-ministro da Justiça, e Alberto Toron, também têm fugido dos microfones.

Reforma da Previdência
Com o fim do recesso parlamentar, a Reforma da Previdência volta ao centro das discussões no Congresso. O texto aprovado na Câmara dos Deputados ainda precisa passar por mais um turno de votação na Casa. Para garantir que o mesmo placar da primeira votação, com 71 votos a mais que o mínimo de 308 votos necessários, na última semana, o presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ), dedicou a agenda a reuniões. Ele esteve com o secretário da Previdência, Rogério Marinho, com o deputado Marcelo Ramos (PL-AM), que presidiu a Comissão Especial sobre o assunto, com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni e com o presidente Jair Bolsonaro.

Bolsonaro lamenta atentados nos EUA
O presidente Jair Bolsonaro comentou os dois atentados registrados neste fim-de-semana nos Estado Unidos, que deixaram dezenas de mortos e feridos. Os dois ataques ocorreram nas cidades de El Paso (Texas) e Dayton (Ohio). O primeiro terminou com 20 mortos e 26 feridos. Já o segundo deixou nove mortos e ao menos 27 feridos. “Lamento. Já aconteceu no Brasil também. Agora não é desarmando o povo que você vai evitar isso aí. O Brasil no papel é extremamente desarmado e já aconteceu coisa como essa aqui no Brasil”, disse. O presidente conversou com jornalistas neste domingo na saída do Palácio da Alvorada, residência oficial do governante.