Severo Snape é do mal? Explore a verdade por trás do personagem

Você já se pegou pensando se Severo Snape é mesmo do mal ou se há algo mais complicado por trás das atitudes dele?
Snape não é só vilão: ele age por culpa, amor e faz escolhas sombrias que deixam tudo meio turvo e difícil de julgar.

Severo Snape em uma sala de poções escura, com expressão ambígua e ambiente misterioso.

Ao longo do texto, vamos mergulhar nessa dualidade, tentar entender as motivações e olhar de perto como gestos cruéis e atos de proteção se misturam.
Talvez você acabe repensando tudo o que achava sobre ele enquanto a gente revisita momentos decisivos da história.

Severo Snape é do mal? A dualidade do personagem

Imagem mostrando Severus Snape dividido em duas metades, uma sombria e ameaçadora, a outra mais suave e pensativa, representando a dualidade do personagem.

Snape vive entre extremos: faz coisas que parecem cruéis, mas também salva vidas.
O passado dele, o amor por Lílian, a vida dupla e decisões drásticas mostram essa tensão o tempo todo.

O passado sombrio: Comensal da Morte e a profecia

Snape se juntou aos Comensais da Morte ainda jovem, levado por amizades, sede de poder e aquela atmosfera da Sonserina.
Ele contou a Dumbledore que ouviu a profecia sobre “aquele que derrotaria Voldemort” e entregou detalhes ao próprio Voldemort, o que acabou colocando os Potter na mira.

Esse erro marcou Snape para sempre.
Quando percebe que Lílian corre perigo, implora a Voldemort que a poupe, mas não é atendido—e a morte dela muda tudo.

A culpa e o choque dessa perda acabam levando Snape a mudar de lado.

Amor por Lílian Potter e a redenção

O amor de Snape por Lílian era intenso e nunca realmente passou.
Dá pra perceber nas conversas com Dumbledore e no Patrono dele, que é igual ao da Lílian—um detalhe que não dá pra ignorar.

Depois da morte dela, Snape pede para virar agente duplo com Dumbledore.
Proteger Harry vira quase uma missão pessoal, um jeito torto de se redimir.

Boa parte das atitudes contraditórias dele nasce daí.
Mesmo sendo duro com Harry, Snape segue fiel ao compromisso.

Lealdade dividida: agente duplo em Hogwarts

Como agente duplo, Snape precisa enganar Voldemort e os Comensais, ao mesmo tempo que ajuda Dumbledore e a Ordem da Fênix.
É um papel perigoso, cheio de mentiras e decisões frias pra não revelar de que lado está de verdade.

Em Hogwarts, ensina Poções, treina Oclumência e age como espião.
Ele aceita o Voto Perpétuo por Draco, finge lealdade total a Voldemort e cumpre ordens que Dumbledore já tinha planejado, incluindo aquela decisão drástica do fim.

A lealdade dele parece sempre dividida, mas, no fundo, tudo aponta pra proteger Harry e tentar derrotar Voldemort.

Atos controversos: antagonismo, heroísmo e sacrifício

Snape humilha Harry várias vezes, o que faz muita gente torcer o nariz pra ele.
Mesmo assim, ele salva Harry de maldições, deixa a espada de Godric no caminho dele e manda um Patrono pra guiá-lo.

Esses gestos mostram um heroísmo meio escondido, quase relutante.
No final, ele ajuda Dumbledore num plano arriscado que termina com a própria morte do diretor.

Snape morre atacado por Nagini, a mando de Voldemort.
Suas memórias, entregues a Harry, mudam tudo—mostram lealdade, dor e um lado que poucos enxergaram.

Sectumsempra, Legilimência, Oclumência e o título de “Príncipe Mestiço” só reforçam como ele domina as artes das trevas, mas nunca é só vilão.

A complexidade de Snape no universo Harry Potter

Snape é uma mistura de lealdade, dor e decisões que mexem com a história toda.
A infância dele, as casas de Hogwarts, o papel como professor e diretor, as memórias e até a atuação de Alan Rickman deixam o personagem ainda mais ambíguo.

Infância, Sonserina e rivalidades: Marotos, Tiago Potter e Lily Evans

Severo nasceu em Cokeworth, filho de Tobias Snape e Eileen Prince.
Na escola, foi pra Sonserina, buscando aceitação e se aproximando de quem depois virou Comensal da Morte.

A amizade com Lílian Evans começou cedo, mas ela acabou ficando próxima de Tiago Potter, o que deixou Snape ressentido.
Os Marotos — Tiago, Sirius, Remo e Pedro — faziam bullying com ele, e isso só aumentou a rivalidade entre Sonserina e Grifinória.

Esse passado explica boa parte do rancor de Snape com Harry.
O amor não correspondido por Lílian e o envolvimento com os Comensais mostram como escolhas pessoais abriram caminhos tortos na vida dele.

Professor, diretor e mestre das poções em Hogwarts

Você conhece Snape primeiro como professor de Poções em Harry Potter e a Pedra Filosofal.
Sempre frio, sarcástico, favorecendo Sonserina e pegando no pé de Harry e Rony.

Como mestre de Poções, deixou sua marca: o famoso Livro do “Príncipe Mestiço” e feitiços próprios que mudam o jeito de ensinar e até de jogar Quadribol.
Mais tarde, assume Defesa Contra as Artes das Trevas e vira diretor em Relíquias da Morte.

Ele administra Hogwarts num período de guerra, com pressão da Ordem da Fênix e dos Comensais.
A postura dele assusta, impõe disciplina, mas mantém a escola funcionando quando tudo parecia desabar.

Memórias, morte e legado de Alan Rickman

As memórias que Snape entrega a Harry mostram o que estava escondido: amor por Lílian, arrependimento e lealdade a Dumbledore.
A gente entende que muita coisa dura era parte do papel de espião.

Snape morre por ordem de Voldemort, que acha que ele controla a Varinha das Varinhas.
A morte dele revela sacrifício e deixa claro o quanto ele protegeu Harry, mesmo sem reconhecimento.

Alan Rickman, no cinema, deu uma profundidade absurda ao personagem.
A atuação dele trouxe silêncio, intensidade e humanidade, mudando a forma como fãs e críticos enxergam Snape nas adaptações dos livros da J. K. Rowling.

O impacto de Snape: influência na saga, fandom e cultura pop

Snape mexe nas tramas mais importantes: a profecia, a proteção de Harry, aquela relação estranha com Belatriz Lestrange e o lance final com a Espada de Grifinória.

Você percebe como as escolhas dele acabam respingando em personagens como Hermione, Neville e até o Draco.

No fandom, Snape virou quase uma obsessão. Herói, vilão, mártir? Ninguém parece chegar a um consenso.

O tal “Príncipe Mestiço” inspirou fanfics, discussões acaloradas e até debates sobre o papel de professor em histórias de escola.

Na cultura pop, é impossível não lembrar das falas marcantes — especialmente em Harry Potter e o Enigma do Príncipe e Relíquias da Morte.

E claro, a atuação de Rickman ajudou a eternizar o personagem. Snape ficou como símbolo de ambiguidade moral criado por J.K. Rowling, sempre cutucando a gente com temas como culpa, redenção e lealdade.

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